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200:1 ^aO clube das chaves caça a pantera^fMaria Teresa Maia Gonzalez, Maria do Rosário Pedreira^gil. Luís Anglin
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300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 4º ano, destinado a leitura orientada
317:  ^aFundação Calouste Gulbenkian
330:  ^aPedro, Anica, Frederico, Guida e o misterioso fantasma da ORDEM estão imparáveis! O 1.º volume, que mereceu o Grande Prémio Verbo/Semanário já vai na 11.ª edição, e ao todo, já são centenas de milhares de exemplares vendidos!O sucesso da colecção explica-se pela talentosa combinação entre aventuras cheias de imaginação que prendem o leitor, com a qualidade literária que leva os professores a divulgar a sua leitura entre os jovens
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330:  ^aAs gémeas Teresa e Luísa são muito espertas, muito dinâmicas, andam sempre de nariz no ar e prestam atenção a tudo. Um dia, quando passeiam o seu pequeno caniche que dá pelo nome de Caracol, apercebem-se de movimentos altamente suspeitos numa velha garagem e ficam logo em ânsias para descobrir que mistérios se escondem atrás das paredes carcomidas. Mas para investigar precisam de ajuda. Resolvem então fazer contactos na escola e conseguem juntar-se ao Chico, que é forte e corajoso, ao Pedro, que é inteligentíssimo, e ao João, que além de ser ágil é atrevido e tem um canzarrão chamado Faial. Organizaram-se para enfrentar o perigo e cada um deu o seu melhor. Tornaram-se inseparáveis e em grupo viveram a mais inesperada das aventuras
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330:  ^aA turma das gémeas recebe um novo aluno que vem transferido de outra escola. Chama-se Eduardo, é giríssimo e tem talentos especiais, como por exemplo o de fabricar castelos com papel mastigado. Também montou uma rádio pirata no sótão, de onde emite programas-surpresa que incluem entrevistas e imitação de vozes. Quando convida o grupo para visitar o estúdio sintoniza por acaso uma conversa em que se fala de um tesouro escondido há duzentos anos num monumento de Lisboa. Mas qual, se há tantos monumentos em Lisboa? A resposta está num enigma difícil de decifrar e que a quadrilha dos AL também ouviu. A caça ao tesouro leva-os a passar uma noite trancados na Torre de Belém e a dar um mergulho nas águas geladas e lodosas do Tejo
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200:1 ^aUma aventura no Palácio da Pena^fAna Maria Magalhäes, Isabel Alçada^gil. Arlindo Fagundes
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225:2 ^aUma aventura^v26
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330:  ^aAs gémeas nunca tinham conhecido ninguém tão mentiroso como a Magda. Sempre que abria a boca, dizia aldrabices. Infelizmente era linda... Os rapazes ficaram encantados, quiseram acompanhá-la ao Palácio da Pena. Aí conheceram o velho Sr. Raposo, que lhes contou histórias de arrepiar os cabelos: a lenda do tritão, um homem marinho com as pernas cobertas de escamas; a lenda do fantasma rei artista que se passeia de sala em sala aos suspiros de saudade nas noites de tempestade. E as lendas de outros fantasmas que visitam o palácio sempre que o dia 13 calha a uma sexta-feira
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200:1 ^aUma aventura no Inverno^fAna Maria Magalhäes, Isabel Alçada^gil. Arlindo Fagundes
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225:2 ^aUma aventura^v27
317:  ^aFundação Calouste Gulbenkian
330:  ^aEm vésperas de Natal há grande azáfama nos centros comerciais. As gémeas cobiçam um relógio para oferecerem ao pai, mas é muito caro e desistem de o comprar. Já na rua descobrem com espanto que relógio apareceu no bolso da Luísa. Como explicar tão estranha ocorrência? Artes mágicas de Pai Natal? A dúvida tinha um fundo de verdade que elas e os rapazes vão descobrir pondo em risco as próprias vidas
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200:1 ^aUma aventura em França^fAna Maria Magalhäes, Isabel Alçada^gil. Arlindo Fagundes
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225:2 ^aUma aventura^v28
317:  ^aFundação Calouste Gulbenkian
330:  ^aSe as investigações não começaram logo foi porque a Teresa e a Luísa perceberam que na casa onde estavam havia jogos de espelhos que funcionavam como passagem secreta para uma divisão oculta... e quiseram ir lá meter o nariz. Bolas de cristal para adivinhar o futuro, um festival de teatro, amigos novos e um cientista louco completam a aventura.
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200:1 ^aUma aventura no Verão^fAna Maria Magalhäes, Isabel Alçada^gil. Arlindo Fagundes
205:  ^a3ª ed
210:  ^aLisboa^cCaminho^dimp. 1996
215:  ^a146 p.^cil.^d17 cm
225:2 ^aUma aventura^v30
317:  ^aFundação Calouste Gulbenkian
330:  ^aIa o grupo muito bem descansado preparar um jogo de pista no Palácio Real da Ajuda quando uma troca de pastas verdes empurra os rapazes para as garras do perigoso bando que entra em cena disposto a raptar o professor Olsen, famoso cientista sueco. E o pior é que, além do professor, levaram as gémeas. Chico e João estão longe, Pedro fica prisioneiro numa casa de banho meia podre. Tudo parecia perdido naquela noite em que o ribombar dos trovões e a chuva torrencial faziam esquecer que se estava em pleno Verão
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200:1 ^aUma aventura em Macau^fAna Maria Magalhäes, Isabel Alçada^gil. Arlindo Fagundes
205:  ^a2ª ed
210:  ^aLisboa^cCaminho^dimp. 1996
215:  ^a146 p.^cil.^d17 cm
225:2 ^aUma aventura^v35
317:  ^aFundação Calouste Gulbenkian
330:  ^aMacau fica na China. E na China é tudo diferente. Quando o grupo é seleccionado para esta longa viagem fica delirante. À chegada as coisas complicam-se porque nenhum deles fala chinês, não conseguem comunicar e perdem-se no emaranhado de ruas labirínticas repletas de painéis tão vermelhos e tão dourados que acabam por se tornar assustadores. Quem lhes vale é Tang, um rapaz simpático que se prontifica a servir de guia. Tudo parecia bem encaminhado quando começam a ser perseguidos por um bando vestido à oriental que os ataca sem motivo e os bombardeia com o número 14, que na China é considerado número de azar, sinal de morte certa
606:  ^30004991^aLiteratura juvenil^jPublicações juvenis^xAventura
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200:1 ^aUma aventura na biblioteca^fAna Maria Magalhäes, Isabel Alçada^gil. Arlindo Fagundes
205:  ^a1ª ed
210:  ^aLisboa^cCaminho^dimp. 1996
215:  ^a234p.^cil.^d17 cm
225:2 ^aUma aventura^v36
330:  ^aA biblioteca funciona num antigo palacete recheado de mistérios. A bibliotecária é ruiva e linda de morrer. Tem um irmão igualmente ruivo e tão giro como ela. No jardim do palacete vive uma velhota que garante haver maldições pairando sobre aquele lugar. Mas o que paira mesmo são mensagens, bilhetes com códigos secretos que alguém enfia entre páginas de livros escolhidos. Para clarificar tanta confusão, o grupo cai nas mãos de uma perigosíssima bandida que tem a alcunha de Rapa Tachos e dos seus filhos Açorda e Esparguete
606:  ^30004991^aLiteratura juvenil^jPublicações juvenis^xAventura
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200:1 ^aSal, sapo, sardinha^fAntónio Mota^gil. João Tinoco
210:  ^a[Lisboa]^cCaminho^dimp. 1996
215:  ^a23 p.^cil.^d30 cm
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 1º ano, destinado a leitura orientada
330:  ^aNa melhor tradição da nossa literatura oral, António Mota recupera formas poéticas que remetem para as lengalengas e para as adivinhas e trava-línguas, criando estimulantes jogos sonoros aos ouvidos dos mais novos. Sal, sapo, sardinha reúne vinte e um poemas, inspirados no universo dos animais, tão querido do autor, e revela um outro "olhar" sobre os "bichos", que Carla Nazareth capta em ilustrações de grande expressividade. Um livro que se "ouve" e "vê" num registo encantatório
606:  ^30002407^aLiteratura infantil^jPublicações infantis^xPoesia
675:  ^30000097^a82-93^vBN^zpor
700: 1^30005915^aMota^bAntónio^f1957-
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859:  ^aCapa^b\sal,sapo, sardinha.jpg^c1
930:  ^d[82-93]MOT[1º]^lBMCL