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MFN: 38
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010:  ^a972-41-1275-6
100:  ^a20050401j        e  y1pory0103    ba
101:1 ^apor^cger
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >história do senhor Sommer^fPatrick Suskind^gtrad. Maria Castro Dias
205:  ^a2ª ed
210:  ^aPorto
210:^aLisboa^cEdições Asa^d1993
215:  ^a126 p.^cil
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 7º ano, destinado a leitura orientada na sala de aula
304:  ^aTit. orig.: Die geschichte von Herrn Sommer
317:  ^aFund. Gulbenkian
330:  ^a«No tempo em que eu ainda trepava às árvores, vivia na nossa aldeia, a uns dois quilómetros da nossa casa, um homem a quem chamavam senhor Sommer. Ninguém sabia qual era o seu nome de batismo e também ninguém sabia se ele tinha ou não uma profissão.
606:  ^aLiteratura infanto-juvenil^jPublicações infanto-juvenil^xContos
675:  ^a82-93^vBN^zpor
700: 1^aSuskind^bPatrick
702: 1^aDias^bMaria Castro^4730
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010:  ^a84-9789-490-1
021:  ^aPT^bB.24709-2004
100:  ^a20050405d2004    ed y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<As >viagens de Gulliver^fJonathan Swift^gtrad. Lúcia do Carmo Cabrita Harris
210:  ^aPorto^cPúblico^d[D.L.2004]
215:  ^a341, [6] p.^d21 cm
225:2 ^aGeração público^v4
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 6º ano, destinado a leitura orientada
304:  ^aTít. orig.: Gulliver's travels
306:  ^aEste livro é vendido exclusivamente com o jornal o público
330:  ^aSwift foi declarado louco em 1742, dezasseis anos após a publicação de Viagens de Gulliver, mas o livro, escrito quando ainda possuía as suas faculdades, é perigosamente são e causa desconforto, precisamente por ser inspirado por uma enorme lucidez e uma grande racionalidade. […] As Viagens de Gulliver são escritas para dissipar a nossa cegueira, para nos curar das nossas ironias inconscientes. Martin Price observa que “Gulliver é concebido como o herói de uma comédia de incompreensão. Dado que cada um de nós vive, até certo ponto, a comédia da incompreensão, simpatizamos com Gulliver.»
606:  ^aLiteratura infantil^jPublicações infantis^xRomance de aventura
675:  ^a82-93^vBN^zpor
700: 1^aSwift^bJonathan^f1667-1745
702: 1^aHarris^bLucia do Carmo Cabrita^4730
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capa
MFN: 68
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010:  ^a 972-1-04978-6
021:  ^aPT^b173736/01
100:  ^a20050411g2001    e  y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >senhor dos anéis ^e<a >irmandade do anel^fJ. R. R. Tolkien^gtrad. Fernanda Pinto Rodrigues
205:  ^a11ª ed
210:  ^aMem Martins^cPublicações Europa- América^d2001-2002
215:  ^a466 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aContemporânea^v52
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma
304:  ^aTít. orig.: The lord of the rings - the fellowship of the ring
330:  ^aNão se enganava o crítico ao indicar assim que estamos perante uma obra de leitura obrigatória, que, sem qualquer sombra de exagero, se insere entre as mais notáveis criações literárias do nosso século. Situando-se na linha de criação fantástica em que a literatura inglesa é fértil (lembramos Jonathan Swift com As Viagens de Gulliver, lembramos Lewis Carrol com a sua Alice nos País das Maravilhas), Tolkien oferece-nos uma obra verdadeiramente monumental, onde todo o mundo é criado de raiz, uma nova cosmogonia arquitectada por inteiro, uma irrupção de maravilhoso que é admirável jogo de criação pura. O sopro genial que perpassa na elaboração deste maravilhoso, traduzido sobretudo no realismo da narração, deixa no leitor o desejo irresistível de conhecer "esse" mundo que, como crianças, chegamos a acreditar que existe
517:1 ^a<A >irmandande do anel
606:  ^aLiteratura infanto- juvenil^jPublicações infanto- juvenil^xFicção científica
675:  ^a82-93^vBN^zpor
675:  ^a821.111-311.9^vBN^zpor
700: 1^aTolkien^bJ. R. R.^f1892-1973
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010:  ^a972-1-05140-3
021:  ^aPT^b188268/02
100:  ^a20050411g2002    e  y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >senhor dos anéis II^e<as >duas torres^fJ. R. R. Tolkien^gtrad. Fernanda Pinto Rodrigues
205:  ^a14ª ed
210:  ^aMem Martins^cPublicações Europa- América^d2002
215:  ^a385 p.^cil.^d23 cm
225:2 ^aContemporânea^v52
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma
304:  ^aTít. orig.: The lord of the rings - the two towers
330:  ^aDo anterior volume desta trilogia, A Irmandade do anel, o leitor travou conhecimento com alguns estranhos e simpáticos personagens que povoam o mundo que Tolkien construiu: Frodo, Gandalf, Pippin, Aragorn, Boromir, para citar apenas alguns. Através deles ficou também a conhecer algumas espécies bizarras a viver em terras imaginárias: os hobbits, os orcs, os elfos, os anões. E Acompanhou certamente todas as peripécias que se passaram à volta do misterioso anel que Frodo era possuidor. Os perigos por que passaram para subtrair o anel às mãos cobiçosas dos inimigos, os trabalhos em que se viram envolvidos para conseguir o seu intento culminaram com a fuga e o desaparecimento de Frodo e a dispersão dos seus companheiros. Esta segunda parte, As Duas torres, conta o que aconteceu a cada um dos membros da Irmandade do Anel, depois de o grupo se ter desfeito e até o advento da Grande Escuridão e à eclosão da Guerra do anel, que será contada na terceira e última parte
606:  ^aLiteratura infanto-juvenil^jPublicações infanto-juvenil^xFicção científica
675:  ^a821.111-311.9^vBN^zpor
675:  ^a82-93^vBN^zpor
700: 1^aTolkien^bJ. R. R. ^f1892-1973
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capa
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010:  ^a972-1-05319-8
100:  ^a20050411g2003    e  y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >senhor dos anéis III^e<o >regresso do rei^fJ. R. R. Tolkien^gtrad. Fernanda Pinto Rodrigues
205:  ^a15ª ed
210:  ^aMem Martins^cPublicações Europa - América^d2003
215:  ^a450 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aContemporânea^v56
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma
304:  ^aTít. orig.: The lord of the rings - the return of the king
330:  ^aEis que chegámos à terceira e última parte de "O Senhor dos Anéis". A Irmandade do Anel permanece desfeita. A aliança de Aragorn dos Homens, Legolas dos Elfos, Gimli dos Anões e Gandalf, o feiticeiro com o Rei Théoden de Rohan é mais importante do que nunca, pois a batalha na fortaleza do Abismo do Elmo foi apenas o prenúncio do derradeiro confronto. Acompanhado por Sam e traído por Gollum, Frodo, o hobbit Portador do Anel, é picado por Shelob, a monstruosa guardiã do desfiladeiro que serve de passagem secreta para Mordor, por onde eles pretendiam passar. Frodo jaz adormecido e o seu corpo é levado pelos orcs. Agora, em "O Regresso do Rei", terceira parte de "O Senhor dos Anéis", é-nos relatada a última fase da demanda. De como se inicia a Guerra do Anel. De como se reúne o grande exército do Ocidente e se estabelecem as estratégias opostas de Gandalf e Sauron. De como Aragorn tem o destino da Terra Média nas suas mãos e tem de decidir se aceita ou não herdar o trono e liderar os exércitos da Humanidade contra as gigantescas forças de Sauron. Do desenlace da grande história de amor entre Arwen, princesa elfo, e Aragorn, agora posto à prova por Éowyn, a sobrinha do Rei Théoden. E da catástrofe derradeira ao início da grande guerra. Conclui-se assim a maior demanda da história da literatura e a fantástica viagem pelo estranho mundo criado pela imaginação brilhante de Tolkien
606:  ^aLiteratura infanto- juvenil^jPublicações infanto- juvenil^xFicção científica
675:  ^a82-93^vBN^zpor
675:  ^a821.111-311.9^vBN^zpor
700: 1^aTolkien^bJ. R. R.^f1892-1973
702: 1^aRodrigues^bFernanda Pinto^4730
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Capa
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021:  ^aPT^b6117/84
100:  ^a20050415j1984    m  y1pory0103    ba
101:1 ^apor^cfre
102:  ^aPT
200:1 ^aGaspar, Belchior & Baltazar^fMichel Tournier^gtrad. Vírgilio Moutinnho
205:  ^a1ª ed
210:  ^aLisboa ^cDom Quixote^d1984
215:  ^a233, [2] p
225:2 ^aFicção universal^v1
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma
304:  ^aTít. orig.: Gaspard, Melchior & Baltasar
317:  ^aFund. Gulbenkian
330:  ^aO episódio dos Reis Magos procedentes da Arábia para adorar o menino Jesus, mesmo só tendo sido objeto de algumas linhas num único dos quatro Evangelhos, inspirou grandiosamente a pintura ocidental. Mas quem eram estes reis? Porque deixaram eles os seus reinos? Que encontraram eles em Jerusalém - com o Grande Hérodes - e depois em Belém? Não havendo respostas na História ou na lenda, cabia a um grande escritor responder a estas questões. É o que Michel Tournier procura fazer com este texto, ao mesmo tempo ingénuo e violento, que mergulha nas fontes da espiritualidade ocidental
606:  ^aLiteratura infanto-juvenil^jPublicações infanto-juvenil^xRomance
675:  ^a82-93^vBN^zpor
675:  ^a821.133.1-31^vBN^zpor
700: 1^aTournier^bMichel
702: 1^aMoutinho^bVirgíllio^4730
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Capa
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095:  ^aPTBN00035518
100:  ^a20050429d1983    me y0pory0103    ba
101:1 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^aO papalagui^ediscursos de Tuiavii chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul^fTuiavii^grecolhidos por Erich Scheurmann
200:^gtrad. Luíza Neto Jorge
205:  ^a2ª ed
210:  ^aLisboa^cAntígona^d1983
215:  ^a138, [5] p.^cil.^d21 cm
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL O "Papalagui" - ou seja o Branco, o Senhor - é este o nome dados aos discursos do chefe de tribo de Tuiavii de Tiavéa, nos mares do Sul. para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma
317:  ^aFund. Gulbenkian
330:  ^aO "Papalagui" - ou seja o Branco, o Senhor - é este o nome dados aos discursos do chefe de tribo de Tuiavii de Tiavéa, nos mares do Sul. Tuiavii nunca teve intenção de publicar esses discursos na Europa, nem sequer de os mandar imprimir; destinavam-se unicamente aos seus compatriotas polinésios. Se eu, apesar disso, transmito aos leitores europeus os discursos desse indígena, sem que ele o saiba e certamente contra sua vontade, é porque estou convencido de que nos vale a pena, a nós, homens brancos e esclarecidos, ter conhecimento do modo como um indivíduo ainda intimamente ligado à natureza nos vê a nós e à nossa cultura. Através dos seus olhos descobrimos a nossa própria imagem, e isso com uma simplicidade que já perdemos. Os leitores particularmente fanáticos da nossa civilização irão decerto achar a sua maneira ver ingénua, e até mesmo pueril, ou parva; no entanto, mais do que uma frase de Tuiavii deixará pensativo o leitor mais modesto, pois a sabedoria de Tuiavii não emana de um saber erudito, mas é mais uma inocência de fonte divina."
606:  ^aLiteratura infanto-juvenil^jPublicações infanto-juvenil^xDiscursos
675:  ^a82-93^vBN^zpor
700:  ^aTuiavii
702: 1^aScheurmann^bErich^4220
702: 1^aJorge^bLuísa Neto^f1939-1989^4730
801: 0^aPT^bBMCL^gRPC
859:  ^aCapa^b\pe3075a.jpg^c1
998:  ^aFSE66 - 00326
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010:  ^a84-9789-745-5
021:  ^aPT^bB-41273-04
095:  ^aPTBN00000937
100:  ^a20050429d2004    ed y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^aAs aventuras de Huckleberry Finn^fMark Twain^gtrad. Daniel Augusto Gonçalves
210:  ^aLisboa^cPúblico^d2004
215:  ^a400 p.^d22 cm
225:2 ^aGeração Público^v21
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 6º ano, destinado a leitura autónoma
304:  ^aTít. orig.: The adventures of Huckleberry Finn
306:  ^aEste livro é vendido exclusivamente com o jornal o público
330:  ^aA picaresca viagem de Huckleberry Finn numa jangada pelo Mississípi é talvez uma das imagens mais vívidas de liberdade e evasão na literatura mundial. Huck, em fuga do seu pai bêbedo e avesso aos bons costumes da viúva Douglas, e Jim, um escravo fugitivo, deparam-se com inúmeras peripécias que darão ao jovem rapaz um verdadeiro retrato da natureza humana e de uma época. Combinando um apurado sentido de humor e a interessante narrativa e crítica social, Twain transpôs as suas memórias de infância para a história de Huck, que se tornou um clássico da literatura mundial. Mark Twain é o pseudónimo literário de Samuel Langhorne Clemens (1835-1910), popular autor americano e jornalista famoso pelo seu humor. Foi tipógrafo e piloto de barcos a vapor no Mississípi durante a guerra civil americana. Escreveu livros de viagens e celebrizou-se com as obras As Aventuras de Tom Sawyer e As Aventuras de Huckleberry Finn
606:  ^aLiteratura infantil^jPublicações infantis^xRomance de aventura
675:  ^a82-93^vBN^zpor
700: 1^aTwain^bMark^cpseud.
702: 1^aGonçalves^bDaniel Augusto^f1921-^4730
801: 0^aPT^bBMCL^gRPC
859:  ^acapa^b\aas aventuras de huckleberry finn.jpg^c1
998:  ^aFSE02 - 00308
capa
MFN: 101
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0000101
005:20151028161551.0
010:  ^a84-9789-498-7
021:  ^aPT^bB-36571-2004
095:  ^aPTBN00048292
100:  ^a20050429d1983    ed y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^aAs aventuras de Tom Sawyer^fMark Twain^gtrad. Daniel Augusto Gonçalves
210:  ^aLisboa^cPúblico^d[D.L.2004]
215:  ^a253 p.^d23 cm
225:2 ^aGeração Público^v12
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 7º ano, destinado a leitura orientada
304:  ^aTít. orig.: The adventures of Tom Sawyer
306:  ^aEste livro é vendido exclusivamente com o jornal o público
330:  ^aNo prefácio ao clássico As Aventuras de Tom Sawyer, Twain revela-nos que o seu propósito ao escrever o livro fora entreter rapazes e raparigas e fazer recordar aos adultos aquilo que eles próprios tinham sido. E é assim que as encruzilhadas da infância, onde se cruzam liberdade e responsabilidade, são trilhadas com imensa mestria, humor e pés descalços por um autor que não se coíbe nunca de elevar à condição de caricatura as contradições e as certezas dos adultos
606:  ^aLiteratura infanto-juvenil^jPublicações infanto-juvenil ^xRomance de aventura
675:  ^a82-93^vBN^zpor
700: 1^aTwain^bMark^cpseud.
702: 1^aGonçalves^bDaniel Augusto^f1921-^4730
801: 0^aPT^bBMCL^gRPC
859:  ^acapa^b\aas aventuras de tom sawyer.jpg^c1
998:  ^aCR171 - 00171
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MFN: 132
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0000132
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010:  ^a84-9789-487-1
021:  ^aPT^bB.24656-2004
095:  ^aPTBN00020554
100:  ^a20050504d2004    ed y1pory0103    ba
101:1 ^apor^cfre
102:  ^aPT
200:1 ^aA volta ao mundo em 80 dias^fJúlio Verne^gtrad. Lucia do Carmo Cabrita Harris
210:  ^aLisboa^cPúblico^d2004
215:  ^a254 p.^cil^d19 cm
225:2 ^aGeração Público^v1
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma
304:  ^aTít. orig.: Le tour du monde en quqtre-vingts jours
306:  ^aEste livro é vendido exclusivamente com o jornal o público
330:  ^aPhileas Fogg, um aristocrata inglês, faz uma aposta arrojada com os membros do seu clube em como dará a volta ao mundo em 80 dias. Parte então à aventura, acompanhado pelo seu criado. Para vencer o desafio, teria de estar de volta a Londres no dia 21 de Dezembro de 1872, às vinte horas e quarenta e cinco minutos. Porém, Fogg é acusado de estar por detrás do assalto ao Banco de Inglaterra, o que fará com que o detective Fix parta no seu encalço, perseguindo-o para onde quer que Fogg vá. Do Egipto à Índia, e depois para a China, Japão, Estados Unidos (São Francisco e Nova Iorque) e de volta a Inglaterra, somos levados numa viagem através de vários continentes, em diversos meios de transporte existentes na época - vapores, comboios, carruagens , e até mesmo elefante -, numa jornada emocionante que desperta o nosso espírito de aventura e nos leva de volta à infância
606:  ^aLiteratura infanto-juvenil^jPublicações infanto-juvenil^xRomance de aventuara
675:  ^a82-93^vBN^zpor
675:  ^a821.133.1-311.3^vBN^zpor
700: 1^aVerne^bJúlio^f1828-1905
702: 1^aHarris^bLucia do Carmo Cabrita^4730
801: 0^aPT^bBMCL^gRPC
859:  ^acapa^b\a volta ao mundo em 80 dias.jpg^c1
998:  ^aFSE53 - 00002