Capa
MFN: 2976
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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005:20151124102043.0
010:  ^a972-564-180-0
021:  ^aPT^b79572/94
095:  ^aPTBN00706732
100:  ^a20051122d1994    m  y1pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^aO vice-rei de Ajudá^fBruce Chatwin^gtrad. Carlos Leite
205:  ^a2ª ed
210:  ^aLisboa^cQuetzal^d1994
215:  ^a143 p.^cil.^d23 cm
225:2 ^aSerpente emplumada
300:  ^aLivro recomendado pelo PNL para a Formação de Adultos como sugestão de leitura
304:  ^aTít. orig.: The viceroy of Ouidah
317:  ^aFund. Gulbenkian
330:  ^aD. Francisco veio de S. Salvador da Baía em 1812 e, durante mais de trinta anos, foi o melhor amigo do rei do Daomé, mantendo-o abastecido de rum, tabaco, coisas finas e espingardas Long Dane, que não eram feitas na Dinamarca mas em Birmingham. Como recompensa por estes favores, gozava do título de Vice-Rei de Ajudá, do monopólio da venda de escravos, duma adega de Chateau Margaux e dum inexaurível serralho de mulheres. Quando morreu, em 1857, deixou sessenta e três filhos mulatos e um número desconhecido de filhas cuja progenitura, cada vez mais escura, hoje incontável como gafanhotos, se estende de Luanda ao Quartier Latin. É sobre esta fabulosa personagem e o seu cruel universo — Ajudá, onde os portugueses ergueram a Fortaleza de S. João Baptista, foi um importante porto do tráfico de escravos — que Bruce Chatwin constrói este seu romance. Entre a ficção e a realidade, O Vice-Rei de Ajudá leva-nos a um estranho país em que os soldados são ferozes amazonas, o poder é absoluto e imprevisível e a feitiçaria e a morte são a realidade quotidiana. O Vice-Rei de Ajudá foi adaptado ao cinema por Werner Herzog no filme Cobra Verde
606:  ^aLiteratura inglesa^xRomance
675:  ^a821.111-31^vBN^zpor
700: 1^aChatwin^bBruce^f1941-1989
702: 1^aLeite^bCarlos^4730
801: 0^aPT^bBN^gRPC
801:  ^aPT^bBMCL^gRPC
859:  ^aCapa^b\o vice-rei de ajuda.jpg^c1